Acreditar dá-nos esperança
Acreditar na morte e ressurreição de Jesus dá-nos esperança, encoraja-nos a investir no bem e, especialmente, a fomentar a fraternidade. Papa Leão XIV
Acreditar na morte e ressurreição de Jesus dá-nos esperança, encoraja-nos a investir no bem e, especialmente, a fomentar a fraternidade. Papa Leão XIV
A fraternidade concedida por Cristo morto e ressuscitado liberta-nos da lógica negativa dos egoísmos, das divisões e das prepotências, e reconduz-nos à nossa vocação original, em nome de um amor e de uma esperança que se renovam todos os dias. O Ressuscitado mostrou-nos o caminho a percorrer com Ele, para nos sentirmos, para sermos “todos
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Acreditar na morte e ressurreição de Cristo e viver a espiritualidade da Páscoa incute esperança na vida e encoraja-nos a investir na bondade. Em particular, ajuda-nos a amar e a cultivar a fraternidade, que é, sem dúvida, um dos grandes desafios da humanidade contemporânea, como o Papa Francisco viu claramente. Papa Leão XIV
Tal é a palavra da Cruz. Trata-se de uma palavra vivida, que interrompe a cadeia do mal. É um novo tipo de força, que confunde os soberbos e derruba os poderosos dos seus tronos. Assim surge a esperança! Muitas vezes, as antigas Igrejas do Norte do mundo recebem das Igrejas jovens este testemunho, que impele
A esperança do Jubileu nasce das surpresas de Deus. Deus é diferente do que nós estamos habituados a ser. O Ano jubilar impele-nos a reconhecer esta diversidade e a traduzi-la na vida real. Por isso, é um Ano de graça: podemos mudar! Pedimo-lo sempre, quando recitamos o Pai-Nosso e dizemos: «Assim na terra, como no
Os irmãos e as irmãs apoiam-se mutuamente nas provações, não viram as costas aos necessitados: choram e alegram-se juntos, na perspetiva ativa da unidade, da confiança e do acolhimento mútuo. Essa dinâmica é a que o próprio Jesus nos ensina: «que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei» (cf. Jo 15, 12). A fraternidade concedida
O Jubileu fez-nos peregrinos de esperança justamente por isso: tudo agora deve ser visto à luz da ressurreição do Crucificado. É nessa esperança que somos salvos! Os olhos, porém, não estão acostumados. Assim, antes de ascender ao céu, o Ressuscitado começou a educar o nosso olhar. E continua a fazê-lo também hoje! De fato, as
Ser visto à luz da ressurreição do Crucificado Continuar a ler »
Ontem, dia 15 de novembro, tiveram lugar as II Jornadas de História do Carmo de Viana do Castelo, promovidas pelo Carmo de Viana do Castelo em parceria com o Centro de Estudos Regionais. Perante um auditório cheio, os participantes puderam aprofundar o conhecimento sobre a presença dos Carmelitas Descalços em Viana do Castelo desde o século XVII, com destaque
II Jornadas de História do Carmo de Viana do Castelo Continuar a ler »
Esta é a madrugada que eu esperavaO dia inicial inteiro e limpoOnde emergimos da noite e do silêncioE livres habitamos a substância do tempo (Sophia de Mello Breyner Andresen)
Nas praias que são o rosto branco das amadas mortasDeixarei que o teu nome se perca repetido Mas espera-me:Pois por mais longos que sejam os caminhosEu regresso.(Sophia de Mello Breyner Andresen)