Dito 108
A sabedoria entra pelo amor, pelo silêncio e pela mortificação. Grande sabedoria é saber calar e não fazer caso de ditos, casos e vidas alheias.
Na nossa família de Carmelitas Descalços o ano de 2026 será ano jubilar. No próximo ano celebram-se os trezentos anos da canonização de São João da Cruz e o centenário do seu doutoramento eclesial.
A sabedoria entra pelo amor, pelo silêncio e pela mortificação. Grande sabedoria é saber calar e não fazer caso de ditos, casos e vidas alheias.
A bondade que temos é emprestada, enquanto que Deus a tem por obra própria. Deus é Ele e a sua obra.
Não comer em pastos vedados, como são os desta vida, porque bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados (Mt 5, 6). O que Deus pretende é fazer-nos deuses por participação, sendo-o Ele por natureza, como o fogo que tudo converte em fogo.
O céu é firme e não está sujeito a geração. As almas que são de natureza celestial são firmes, não estão sujeitas a gerar apetites ou qualquer outra coisa, porque na sua maneira parecem-se a Deus, que nunca muda.
O cabelo frequentemente penteado torna-se liso e não é difícil penteá-lo quantas vezes quisermos. A alma que examinar frequentemente os seus pensamentos, palavras e obras – que são os seus cabelos – fa-zendo todas as coisas por amor de Deus, ficará com o cabelo muito liso; o Esposo, ao contemplar-lhe o rosto, ficará preso e
Aquele que Me negar diante dos homens, também o hei-de negar diante do meu Pai que está no Céu, diz o Senhor (Mt 10, 33).
São João da Cruz nasceu em 1542, em Fontiveros, Espanha. Foi criado por sua mãe, Catarina Álvarez, precocemente viúva. Depois de entrar na Ordem do Carmo quis passar-se para a da Cartuxa, intenção de que foi demovido por Santa Teresa. Em sua vida sofreu muitas incompreensões e violências, mas foi sempre suave e doce. Faleceu
Três passos para viver o ano de São João da Cruz Continuar a ler »