Cântico Espiritual (40)
Porque ninguém olhava…E nem Aminadab aparecia.E o cerco sossegava…E a cavalaria,À vista das águas, já descia.
Porque ninguém olhava…E nem Aminadab aparecia.E o cerco sossegava…E a cavalaria,À vista das águas, já descia.
Da brisa o aspirar,Do rouxinol a doce cantilena,O bosque de encantarNa noite tão serenaCom chama que consome e não dá pena.
Ali me mostrariasAquilo que a minha alma pretendia,E logo me darias,Tu, minha alegria,Aquilo que me deste um outro dia.
E, depois, às subidasCavernas do rochedo nos iremos,Que estão bem escondidas;E ali penetraremosE o sumo das romãs saborearemos.
Entre os dias 19 e 24 de julho, a Quinta do Menino Jesus de Praga, em Deão, acolheu o CampuStella Maris, campo de férias organizado pela comunidade carmelita do Porto. A iniciativa reuniu 40 crianças e jovens, dos 10 aos 16 anos, para uma semana de convívio, fé e diversão. Inspirados no verso de Santa
Gozemo-nos, Amado,Vejamo-nos em Tua formosura!No monte e no escarpadoDonde nasce água pura,Bem dentro penetremos da espessura!
Em solidão vivia,E em solidão seu ninho foi urdido,E à solidão a guiaA sós o seu Querido,Também na solidão de amor ferido. Esposa
A cândida pombinhaÀ Arca com seu ramo há regressado,E já a rolazinhaO sócio desejadoEm as verdes ribeiras tem achado.
Não queiras desprezar-mePorque, se cor morena em mim achaste,Já bem podes olhar-meDepois de que me olhaste,Pois graça e formosura em mim deixaste. Esposo