Esperança dos outros
A nossa esperança é sempre e essencialmente também esperança dos outros; só assim ela é realmente esperança também para mim. (Bento XVI: Spe salvi, 48).
A nossa esperança é sempre e essencialmente também esperança dos outros; só assim ela é realmente esperança também para mim. (Bento XVI: Spe salvi, 48).
O pensamento da esperança não se orienta pela morte, mas pelo nascimento Byung-Chul Han, filósofo
Na conclusão do Plenário da Província dos Carmelitas Descalços os Irmãos nele participantes e a comunidade do Santuário do Menino Jesus de Avessadas reunimo-nos à volta do altar do Santuário em acção de graças pelo dom do sacerdócio concedido há 25 anos (Sé de Viana do Castelo, 30 julho 2000) ao jovem Vasco Nuno. Na
Bodas de Prata sacerdotais do Padre Provincial, Frei Vasco Nuno Costa Continuar a ler »
1. Estamos em Advento. E Advento é espera. E esperar é uma arte, não uma resignação. De que nos serve esperar se a espera não for vital, dinâmica e, sobretudo, sim, sobretudo, paciente. Paciente é cá para mim uma qualidade do tempo de Deus a não desprezar. Admiro as pessoas pacientes, com lágrimas ou sem
Deus eterno, trino e uno,Vossa luz vivificanteReconforte a nossa féDe cansados peregrinos. Em Vós cremos, Pai altíssimo,E no vosso amado Filho,Como cremos no Paráclito,Vínculo de amor eterno. Perfeição da caridade,Nosso fim, nossa ventura,Aumentai-nos a esperançaPenhor da futura glória. Vós sois o Princípio e o Termo,Clara fonte inesgotável,Que sacia a humana sedeNas angústias do deserto. Toda
A nossa Província de Carmelitas Descalço encontra-se reunida em Avessadas, na nossa Casa de Retiros, desde o dia 26 até ao dia 29 de outubro, para celebrar o último Plenário Provincial do triénio. Faz parte da agenda de trabalhos a avaliação da caminhada realizada pelas nossas seis comunidades e pelos vários serviços da Província ao longo
Província de Nossa Senhora do Carmo reunida em Plenário provincial Continuar a ler »
Um novo coração me dá, Senhor,O qual a Ti só tema, a Ti só ame,A Ti, meu Deus, meu Pai, meu Redentor. Por Ti suspire sempre, por Ti chame,Por Ti me negue a mim e tudo negue,Por Ti saudosas lágrimas derrame. A Ti busque, a Ti ache, a Ti me entregue,Com tão intenso amor, com
A esperança tanto alcança quanto espera.No deserto da alma, oculta arde a chama.Nada vê, tudo contempla.Nada possui, tudo vislumbra.Nada pede, entrega-se. Na noite do espírito, soa o silêncio eterno.Alcança porque espera.Espera porque já repousa em Deus. Sim, no silêncio,Deus é espera que cumpre. Verónica Parente – CHAM, 14 outubro 2025
A ESPERANÇA é uma menina muito pequenina,oculta nas brumas do coração.Saltita por entre espinhos e nevoeiros,onde o sol não chega inteiro,mas onde o silêncio tem o sabor de Pai. Saltita devagar,como quem atravessa o deserto interiorcom as mãos vazias e o olhar desperto.Não traz mapas, nem promessas– apenas a lembrança de uma luz antigaque nunca
Carlos vieira Há palavras que se escrevem à beira do silêncio, e há verdades que só podem ser ditas com o coração voltado para o alto. A esperança é uma delas. Não a esperança fácil das previsões humanas, mas a esperança que nasce no fundo da noite, onde o olhar já não vê e o
Mesmo que seja de noite: Díptico espiritual sobre a esperança em São João da Cruz Continuar a ler »