«O que convém ao espiritual para não cair neste dano de enganar-se no seu juízo é não querer investigar o que tem ou sente, e o significado desta ou daquela visão, notícia ou sentimento. Nem tenha vontade de o fazer. Nem lhe faça caso senão para o comunicar ao director espiritual, para que lhe ensine a esvaziar a memória daquelas apreensões. Pois, com tudo o que elas são em si, não o podem ajudar mais no amor de Deus do que o menos acto de fé viva e esperança que se faz por meio do desprendimento e renúncia de todas as coisas.»
São João da Cruz, 3Subida 8,5


