Os irmãos e as irmãs apoiam-se mutuamente nas provações, não viram as costas aos necessitados: choram e alegram-se juntos, na perspetiva ativa da unidade, da confiança e do acolhimento mútuo. Essa dinâmica é a que o próprio Jesus nos ensina: «que vos ameis uns aos outros como Eu vos amei» (cf. Jo 15, 12). A fraternidade concedida por Cristo morto e ressuscitado liberta-nos da lógica negativa dos egoísmos, das divisões e das prepotências, e reconduz-nos à nossa vocação original, em nome de um amor e de uma esperança que se renovam todos os dias. O Ressuscitado mostrou-nos o caminho a percorrer com Ele, para nos sentirmos, para sermos “todos irmãos”.
Papa Leão XIV


