Dito 137
Ter mais olhos para os bens de Deus do que para o próprio Deus é um grande erro. Oração e desprendimento.
Na nossa família de Carmelitas Descalços o ano de 2026 será ano jubilar. No próximo ano celebram-se os trezentos anos da canonização de São João da Cruz e o centenário do seu doutoramento eclesial.
Ter mais olhos para os bens de Deus do que para o próprio Deus é um grande erro. Oração e desprendimento.
Perder e querer que todos nos ganhem é próprio de espíritos ar-rojados, de almas generosas. Dar em vez de receber, é próprio de corações generosos que se entregam, e pertencer-se a si mesmos é para eles um grande fardo, por isso, preferem dar-se aos outros e esquecerem-se de si mesmos. De facto, pertencemos mais a
É às escuras que se procura a Deus. A luz acende-se no exterior para não cair, mas nas coisas de Deus é ao contrário. Portanto, é melhor a alma não ver, e assim vai mais segura.
A maior necessidade que temos para progredir diante deste grande Deus é calar o apetite e a língua, pois a linguagem que Ele mais ouve é só a do calado amor.* * Cf. Carta 8, de 22 de Novembro de 1587.
Ó meu Amado, tudo o que for áspero e trabalhoso eu quero para mim, e para Vós tudo quanto for suave e saboroso!
Os velhos amigos de Deus dificilmente pecam contra Deus, por-que estão acima de tudo quanto os possa levar a pecar.* * Cf. CB 25, 9-11