Carmelitas

Cântico da esperança

Não peça eu nuncapara me ver livre de perigos,mas coragem para afrontá-los. Não queira euque se apaguem as minhas dores,mas que saiba dominá-lasno meu coração. Não procure eu amigosno campo da batalha da vida,mas ter forças dentro de mim. Não deseje eu ansiosamenteser salvo,mas ter esperançapara conquistar pacientementea minha liberdade. Não seja eu tão cobarde,

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CARTA ENCÍCLICA SPE SALVI DO SUMO PONTÍFICE BENTO XVI (2)

[2] Naturalmente, ele sabe que eles tinham seguido deuses, que tiveram uma religião, mas os seus deuses revelaram-se discutíveis e, dos seus mitos contraditórios, não emanava qualquer esperança. Apesar de terem deuses, estavam «sem Deus» e, consequentemente, achavam-se num mundo tenebroso, perante um futuro obscuro. «In nihil ab nihilo quam cito recidimus» (No nada, do

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A voz dos discípulos

Vínhamos de bem longe, meditandoSobre o grande problema do Destino,“Tudo é um sonho”, dizíamos. Foi quandoNós te encontrámos, meigo Peregrino. Falaste pouco. Mas foi tal, tão brandoO encanto irresistível desse ensino,Que em breve os nossos corações pulsandoNo fogo ardiam já do amor divino. E, sentindo minh’alma transformada,Eu disse: “Mestre, ensina-nos a preceQue redime, que eleva

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