Em Deus porei a minha esperança
Tu, ó concupiscência, agitas-te na carne, mas não submetes o espírito ao teu poder. Em Deus porei a minha esperança, não temerei o que possa fazer-me a carne[1]. A carne agita-se sem o meu consentimento, ou seja, sem o consentimento do meu espírito. Em Deus porei a minha esperança, não temerei o que possa fazer-me











