gostaria de recomendar ainda a atenção aos mais pequeninos e vulneráveis, para que se desenvolva também uma cultura da prevenção de todas as formas de abuso. O acolhimento e a escuta das vítimas são o traço autêntico de uma Igreja que, na conversão comunitária, sabe reconhecer as feridas e procura curá-las, pois «onde a dor é profunda, ainda mais forte deve ser a esperança que nasce da comunhão» (Vigília do Jubileu da Consolação, 15 de setembro de 2025). Agradeço-vos o que já fizestes e encorajo-vos a prosseguir o vosso compromisso na tutela dos menores e dos adultos vulneráveis.
Papa Leão XIV


